segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

As mensagens (in)correntes

Muita coisa mudou até hoje e, claro, há coisas que nos fazem mais saudades que outras. Para mim, uma dessas coisas são as mensagens correntes.
Toda a gente se deve lembrar de receber mails com PowerPoints com coisas de Jesus (o pregado e não o mister) e, no fim, a frase era sempre a mesma: tens X tempo para mandar isto a Y amigos, caso contrário o teu desejo não se realizará e tens Z anos de azar. Depois havia mesmo as SMS correntes que eram praticamente a mesma merda: tens de fazer qualquer coisa, tens um determinado tempo e um número de amigos para enviar; ou então as famosas onde dizia que a tua operadora iria dar-te bónus no saldo se, claro, passasses a mensagem.
É verdade, isto existia e eu tenho saudades disto. Afinal, quem não gosta de sentir aquele sentimento que ainda há gente estúpida e idiota?
E, claro, é bom lembrar que isto continua; quer as mensagens, quer a estupidez.

Amigo, se tu és um dos que ainda faz isto, este conselho é para ti:

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Pobre em tudo

Parece que Portugal é pobre e não é só no que sabemos....
Parece que até no amor somos pobres senão olhem:
A França tem uma ponte e um rio para celebrar a união dos casais e aquela cena toda dos cadeados;
E Portugal?
Bem, Portugal tinham que ter uma coisa semelhante, óbvio, mas como somos pequenos em quase tudo, nós não temos um rio ou uma ponte; nós temos uma fonte! uma fonte e uma grade com meia dúzia de cadeados.

Ah, desgraçados, nós. 
Nem dinheiro,
nem amor,
e se isto continua nem um tractor.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Pendura

Gosto de andar de carro, não só de conduzir, como de andar ao lado.
Até aqui, tudo bem, tudo normal.
Todos nós fazemos do carro um segundo duche e, também nele, tentamos melhorar e exibir os nossos dotes vocais; aquela paixão escondida - e às vezes ainda bem que está escondida - de cantar ou de ser cantor.
Os semáforos enchem-se, no vermelho, com pessoas a limpar o nariz e a ver as gajas a passar na passadeira e, claro, não podiam faltar os concertos privados.

Bem, todos nós gostamos de música.
Seja rock ou funk ou fado.
Cantar todos tentamos.
Mas, por favor, se me derem boleia não se armem em Tony Carreira ou qualquer outra espécie de cantor. A sério, pior que uma música má, só um "cantor" mau e, quando as duas coisas se juntam, a minha viagem passa a ser a verdadeira viagem para o inferno, mas bem mais atribulada.

sábado, 13 de dezembro de 2014

As gajas e o Facebook

É frequente vermos algumas raparigas colocarem aquelas (in)directas ao rapazes, para ver se algum se aflige com aquilo, mas muitas das vezes é em vão. 
E porquê? - devem pensar vocês.
Ora vejam:

Esta imagem vem, quase sempre, acompanhada de uma legenda tipo: Muito rapaz por aí que devia aprender!

Bem, miúdas, não dá.
Não dá para aprender.
Quer dizer, tu metes-me isto no Facebook e mandas a posta e a seguir - ou antes - metes uma foto quase a verem-se as mamas todas e com aqueles calções enormes que te chegam a cobrir meia nádega e estás à espera de quê?
Que eles te falem por causa daquele sorriso bonito que tens?
Daquela foto maravilhosa onde se vê o brilho dos teus olhos?
É verdade que, por vezes, nos distraímos amiga, mas garanto-te, em gajas como tu, de certeza que não é o teu sorriso!

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Conversas de café - 1

Há conversas de café que quando se presta atenção conseguem ser interessantes; ou ridículas que até doí!

Hoje foi o dia de prestar atenção e ouvir uma dessas conversas:

-Opá, ele não sabe, mas eu comi-a.
-Estás fodido.
-Se o gajo sabe, vem ter comigo e não pensa duas vezes e fode-me. Mas eu já sei o que lhe dizer.
-Então?!
-A culpa foi dela, ela é que se atirou a mim, ela é que me tirou a roupa e começou as merdas. Eu não tive culpa.




Bem, amigos, agora fica ao vosso critério:
-interessante
ou
-ridículo
?

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

A barba e.....

A barba e.... os terroristas.

É provável que, hoje em dia, ao passarem na rua vejam homens com a barba grande, homens que estão a deixar crescer a barba.
Até aqui, tudo bem.
A parte ridículo começa agora:
se tens barba, provavelmente vais saber do que falo; se não tens, das duas uma: ou és um dos ridículos que faz isto, ou então tens alguma cultura e não o fazes.
Nós, pessoas com barba grande ou razoavelmente grande, somos, várias vezes, em torno e meio de conversas, chamados de terrorista, jihadistas, entre outras coisas que explodem. 
E isto acontece porquê?
Para mim isto acontece porque: as pessoas são incultas ao ponto de perceberem que barba é muito mais que isso, são ignorantes ao ponto de, para eles, ao que parece, tudo o que tenha barba grande é confundido com terroristas/bombistas e, aqui, entra assim nisto tudo a passividade das pessoas. Muito do que se falava na televisão (agora com menos ênfase) era do aparecimento e crescimento do Estado Islâmico, onde frequentemente eram passadas e associadas imagens de homens com barba grande e, por causa disto tudo, criam-se os preconceitos: 

tens barba grande?
sim?
és terrorista. simples.

Amigos, a vossa cabeça confunde-se de uma maneira inacreditável. Não comam tudo o que passa na televisão. Distingam as coisas por favor é que, mais tarde ou mais cedo, se isto continua é bem capaz de alguma coisa vos rebentar na cara. 

Coisas que adoro; ou não - 1

Bom dia!
Todos nós temos aquelas coisas pequenas que nos acontecem e que adoramos de morte - adoramos tanto que queremos que as pessoas que fazem essas pequenas coisas morram.
Eu tenho algumas.
Para começar:
Adoro pessoas que quando estão a comer fazem de tudo para comerem - mastigarem - de boca aberta produzindo ruídos vindos dos infernos que enervam um gajo.
E, depois, há, ainda no campo da comida, aquelas pessoas que não comem a sopa: aspiram-na da colher.

Amigos, vamos ser adultos e directos:
Eu se quisesse ver o que acontece à comida quando mastigada metia-me a comer em frente a um espelho, ou fazia experiências com pessoas menos civilizadas (exacto, tipo vocês). Por outro lado, se eu quisesse ouvir pessoas a sugar a sopa e a fazer barulhos magnificamente desconfortáveis, ridículos e que enervam ia trabalhar para um lar de idosos e obrigava-os a comer sempre sem placa.
Mas, como eu não quero nem eu, nem outro peço solenemente que das duas uma:
1º não comam, perto de mim, longe de mim; simplesmente não comam.
2º limitem-se apenas a fazer os vossos típicos sons, normalmente urros, em vez de andarem a experimentar uma nova variedade de sons que não são, de todo, característicos dos asnos.

domingo, 7 de dezembro de 2014

Sobre cenas

Adoro humor negro.
Não só de ler coisas com humor negro, como ver stand-up que gire à volta disto, mas também tento escrever algumas coisas.
Às vezes é fodido porque as pessoas sentem-se ofendidas por tudo e por nada, mas o objectivo no fundo é esse.

Mas, companheiros, não se ofendam assim.
Humor negro, é como um amigo meu diz, é como pernas no Afeganistão, alguns têm, outros não.

sábado, 6 de dezembro de 2014

Dá-me música - 1

Acho que, depois de uma noite sem dormir, começar o dia com esta faz muito bem.








Considerações sobre o Verão e dias quentes - 1

Para quem usa Facebook sabe que no Verão acontecem duas coisas:
a rede social enche-se de fotos de praias, mas, sobretudo, fotos que as gajas tiram onde se vê duas coisas: dunas e deserto.
Passo a explicar:
por dunas entendam mamas; por deserto, acho que se percebe bem ou terei mesmo de explicar o que é que estas gajas não têm e procuram?

Mas, pronto, sou sincero, um obrigado especial a estas meninas porque, graças a elas, o meu computador já não tem vírus, visto que já não preciso de visitar sites porno; basta aceder ao Facebook.

O que é pior?

Há dias fodidos.
Mas há aqueles que ultrapassam isso, tipo ontem.
Não sei o que é pior: se apanhar a minha irmã a ouvir Dengaz por entre One Direction, se ter a minha mãe a cantar em loop "Não faz isso be bela be be be bela".